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Representatividade nos cosméticos de luxo


Atualmente uma das marcas de luxo que mais são lembradas quando o assunto é representatividade, é a Fenty Beauty, integrante do grupo LVMH e idealizada por Rihanna.


Além de ser a primeira marca no mundo a desenvolver 50 tons de base (de claros a escuros), o marketing da Fenty Beauty é um dos mais diversificados, incluindo modelos considerados fora do padrão, de diferentes gêneros, sexualidades, formas, etnias e cores.


A varejista de cosméticos Sephora está trabalhando a questão de representatividade e inclusão: treinamentos, conteúdos e relatórios estão sendo aplicados e disponibilizados para seus funcionários e clientes.


The Racial Bias in Retail Report foi uma das iniciativas que apresentaram dados interessantes (e preocupantes) sobre o mercado de beleza de alto padrão. No dia 14 de janeiro de 2021, a marca publicou um vídeo em seu canal do YouTube que ilustra de forma lúdica e simples alguns dados que foram colhidos em tal relatório, confira:


  • 2 em cada 5 consumidores já sofreram tratamento injusto em decorrência de preconceitos com sua raça ou cor de pele;

  • Consumidores negros e indigenas são 2x mais propensos a receber um tratamento injusto devido à sua etnia;

  • 3 em cada 4 consumidores sentem que o marketing é falho na missão de apresentar diversidade de tons de pele, tipos de corpos, idade e tipos de cabelos;

  • 1 em cada 3 funcionários afirmam que já pensaram em desistir do emprego após ser vítima de alguma forma de racismo por parte de clientes e colegas de trabalho;

  • 61% dos funcionários que receberam treinamentos de diversidade, inclusão ou preconceito inconsciente afirmam que foram extremamente úteis.

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