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O Mercado de Luxo e as peças de segunda mão


Segundo o portal Financial Times, atualmente o mercado de Luxo de Segunda Mão está avaliado em US$ 24 bilhões, e a perspectiva é que haja um crescimento para mais de US$ 50 bilhões até 2023.


O site Vestiaire Collective traz artigos de luxo de segunda mão. São diversos vestidos da Versace, centenas de de bolsas da Chanel e da Hermés, dezenas de suéteres da Balenciaga e muitas outras marcas do universo do luxo. Em sua maioria, as peças sequer apresentam marcas de uso.


A moda vintage - como é popularmente conhecida - não é algo recente, considerando que há décadas existem os famosos brechós. O que vem chamando cada vez mais a atenção é a ação de cunho social e ambiental que o consumidor realiza ao adquirir peças de segunda mão: a diminuição de resíduos produzidos pela indústria da moda, promovendo assim a sustentabilidade e a economia circular.


Isso fez com que as lojas de artigos de segunda mão passassem a ser vistas com outros olhos. O que antes era visto apenas como ou muito precioso e raro, ou muito velho e barato, agora é apresentado aos consumidores com abordagens diferentes e únicas de cada loja (seja física ou virtual).


O Vestiaire Collective, mencionado no início do texto, é um dos portais mais antigos do ramo, fundado em 2009, e as imagens das peças são criadas pelos próprios usuários. Outra que se destaca, com uma estratégia diferente é a Depop, voltada para os consumidores da geração Z com uma identidade que remete ao Instagram.


Com todo os efeitos da pandemia e do novo normal, o mercado de bens de luxo de segunda mão foi fortemente acelerado, já que agora o importante é usar mais e consumir menos.

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