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Moda Digital no Mercado de Luxo




A moda digital se trata de peças e acessórios em pixels, ou seja, artigos desenhados diretamente para o mundo virtual. Assim como a moda, também se desenvolveram os influenciadores virtuais, pixels em forma de pessoa.


Com o grande avanço da tecnologia e o alto consumo do digital as marcas precisaram pensar em novas maneiras de oferecer experiências, detalhe que o Mercado de Luxo faz com maestria. (Veja a matéria completa)


Veja como exemplo a Balenciaga, em 2020 a grife decidiu lançar a sua coleção de outono e inverno em formato de videogame para um grupo seleto de pessoas poderem jogar com os óculos VR. Uma pesquisa feita pela LYST aponta que as buscas pela grife em seu site aumentaram 41%. A Gucci também teve um aumento de 82% no site após lançar sua coleção Off The Grid no jogo The Sims 4 e a Burberry teve um aumento de 32% ao criar uma coleção de moda praia para os avatares do jogo B Surf.


Em consequência das tantas ações para o mundo virtual, se viu uma necessidade de desenvolver personagens para a divulgação e demonstração dos produtos, os chamados influenciadores virtuais.


Uma das personagens mais influentes do mundo virtual é a Lil Miquela com 3 milhões de seguidores. A influenier foi desenvolvida por Trevor McFedries e Sara DeCou em 2016 e hoje, é vista com itens da Prada, Fendi e outras marcas do Mercado de Luxo.


A Shudu Gram é outra influenciadora virtual que já participou de lançamentos de grifes como Balmain, Louboutin e Ferragamo, contribuindo para que a marca aumentasse as buscas em 29% no LYST. Já as grifes Dior, Moncler e Bvlgari são encontradas no perfil da Noonnouri com 371 mil seguidores.


Mas como será que o público está respondendo a esse novo universo?


Uma pesquisa realizada pela The Influencer Marketing Factory apresentou que 58% das pessoas entrevistadas, seguem pelo menos um influenciador virtual e 15,5% se sentem inspirados ou motivados pelos influenciadores virtuais. (Veja a matéria completa)