• Instituto do Luxo

História das marcas: Jean Paul Gaultier


História das marcas: Jean Paul Gaultier

Desde tenra idade, Jean-Paul Gaultier apresentava uma personalidade excêntrica: os objetos que despertavam seu interesse eram entulhos que ele recolhia do lixo de sua residência e utilizava para criar bijuterias e outras quinquilharias que sua imaginação mandasse. Um detalhe como esse pode passar despercebido ou até causar estranheza, porém já era uma pista de que o menino tinha talento para criar coisas belas, mas diferentes do comum.


Durante sua adolescência se tornou autodidata em moda, e aos 18 anos, foi contratado pela Maison Pierre Cardin. A marca tomou conhecimento de Jean após ele enviar seu portfólio de desenhos para grandes estilistas da época.


Em 1974, Jean mudou-se para as Filipinas afim de gerenciar a loja de Pierre Cardin no local. Muito querido e com desenvoltura, Jean realizou trabalhos até mesmo para a primeira-dama do país. A abertura de sua Maison foi seguida da primeira coleção assinada por Jean, em 1976.


Desde a década de 80, Gaultier explora uma questão considerada polêmica: o gênero na moda. Como um bom revolucionário, Jean se inspirou no traje típico escocês, o kilt, e criou a saia para homens, invertendo os conceitos de masculino e feminino que até então eram seguidos rigorosamente no mundo da moda. Graças a essa coleção, o designer ganhou destaque na exposição Coração Valente, no Museu de Nova Iorque, que apresentava peças excêntricas criadas por estilistas renomados de todo o mundo.


Outra marca registrada do estilista foram os corpetes com bojos cônicos. A peça ganhou

popularidade ao ser usada pela rainha do pop Madonna, com a qual construiu uma grande

amizade.

INSTITUTO DO LUXO © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. SÃO PAULO | BRASIL.

ATENDE TERRITÓRIO NACIONAL E INTERNACIONAL.