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5 dicas para aplicar a estratégia da Experiência na venda de produtos


A estratégia de entregar experiências ao cliente de alto padrão pode parecer uma tarefa difícil para os empreendedores e embaixadores de marcas direcionadas à produtos, já que a palavra “experiência” é facilmente associada à serviços.

Hotéis, clínicas de estética, hospitais, salões de beleza, restaurantes, viagens, entre outros serviços, aparentemente possuem certa vantagem no planejamento da estratégia, pois o que vendem já é uma experiência.

Segundo a consultoria Gartner, "experiência" pode ser definido como a percepção do consumidor em relação a algo que faz parte de sua memória. E o que fica na memória de clientes que adquirem produtos? Separamos alguns pontos que resultam em uma experiência positiva na memória de consumidores de produtos:

1) O primeiro contato com a marca:

Como o cliente consegue encontrar a sua marca? É necessário um estudo minucioso sobre o ponto de venda, pois este deve ser alinhado com o DNA da marca. Cada vez mais os empreendedores aderem aos anúncios online, sejam eles pagos ou “orgânicos”, mas antes de anunciar e investir dinheiro nessas ferramentas, é necessário identificar onde seu público está: é no Instagram? Ou no LinkedIn? Ou de uma forma geral no Google e outros mecanismos de busca?

2) A exposição do produto:

No mundo virtual, o ponto de venda é a plataforma na qual seus produtos serão hospedados – seja em um site ou em redes sociais – o DNA da marca deve ser expresso na identidade visual, nas fotografias, no layout, nas campanhas publicitárias e até mesmo nos cenários e modelos que eventualmente participarão de mostras e publicações. O mesmo acontece com pontos de vendas físicos, desde o visual merchandising, até experiências sensoriais que devem ser exploradas: aromatização especial, trilha sonora, organização e limpeza – que no novo normal ganhou ainda mais visibilidade – iluminação e estruturas para receber os clientes.

3) A recepção do cliente:

O atendimento, seja ele telefônico, virtual ou presencial é o decisor de compra. A espera ou descaso afastam os clientes, principalmente os mais abastados que esperam receber um atendimento único e especial. Assim como uma recepção acolhedora, uma demonstração dos produtos, e até mesmo um simples convite para tomar um café fazem toda a diferença no momento decisório.

4) Personalização:

Seu produto é adaptável às necessidades de cada cliente, ou pelo menos existe a possibilidade de um ajuste ou customização? Em alguns casos essa personalização é viável, em outros por questões técnicas não existe a possibilidade de modificação e personalização do produto. Na segunda situação, os embaixadores precisam soltar a criatividade e trabalhar a personalização ainda no atendimento.

5) A entrega do produto:

O cuidado no manuseio do produto, o carinho no preparo da embalagem, a agilidade e programação na entrega são grandes diferenciais que contribuem para que a experiência positiva se torne memorável para o cliente, tornando-se fiel à marca.

Malu Albertotti, especialista em atendimento de luxo, contou mais alguns detalhes sobre o consumo de experiências na compra de produtos. Assista o vídeo: https://bit.ly/34hPBsb

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