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Conheça a estratégia Beyond100 da Bentley


O carro-chefe da montadora britânica Bentley, o sedã Mulsanne, foi fabricado totalmente à mão durante 11 anos e agora chegou ao fim de sua produção.


Desde o lançamento em 2009, foram produzidas 7.300 unidades, e o último modelo tem destino nos Estados Unidos, mas a identidade do dono segue mantida em sigilo.


O presidente e CEO da marca, Adrian Hallmark, disse em entrevista que se sente muito satisfeito com ícone e é grato a todos os artesãos, engenheiros e designers que participaram dos processos de fabricação, mas agora é necessário ceder espaço para o futuro do automobilismo sustentável de luxo.


Em maio, a montadora anunciou que aproximadamente mil empregos seriam cortados. Mas agora, à luz da flexibilização e contenção do novo coronavírus, a marca retoma suas atividades e pretende recuperar rapidamente os prejuízos causados pela pandemia. Na época, Adrian Hallmark disse em comunicado que os cortes eram previstos devido a modernização e tecnologia que estão por vir, mas a pandemia antecipou as medidas.


Nos últimos anos, o cenário de vendas estava positivo e crescente para a marca. Entretanto, dados do setor automobilístico britânico revelaram que houve uma queda geral de 89% em maio, comparado ao mesmo período no ano anterior.


Agora, a Bentley está direcionando os esforços para a estratégia Beyond100, que desenvolverá modelos eletrificados.


Dentro da estratégia Beyond100, o carro-chefe passará a ser o Flying Spur, acompanhado pelo Continental e pelo Bentayga SUV. A marca de automóveis de luxo busca adicionar cada vez mais tecnologia a seus veículos, de modo que se tornem ecologicamente corretos, diminuindo o máximo possível do impacto ambiental.


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