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Case de Sucesso: Dior e a essência da marca


No mercado de luxo, as marcas levam anos trabalhando para conquistar um posicionamento de prestígio. Esse trabalho envolve principalmente o marketing, mas há outro fator decisivo: o desejo de inovar sem perder a essência.


A inovação, se não bem planejada pode abalar o valor que a marca conquistou até então. O estudo de caso que apresentamos hoje é sobre como a marca Christian Dior conseguiu se reposicionar como um ícone do luxo após uma queda na vitalidade da marca - algo natural para muitos empreendedores.


Após o falecimento do fundador, quem assumiu a posição de diretor criativo foi seu assistente, Yves Saint-Laurent. O estilista causou polêmica pois criava peças que foram vistas por muitos como contrarias as tradições da marca. Após a saída de Yves, a marca teve mais dois diretores criativos que acabaram por ofuscar ainda mais o posicionamento que a marca possuía.


Em 1985, Bernard Arnault (grupo LVMH) adquiriu a marca sabendo do valor que o nome Dior poderia representar novamente. Então, a partir de 1995, a icônica bolsa Lady Dior foi lançada e obteve sucesso imediato. Com uma percepção astuta e visionária de seus diretores, os próximos lançamentos passaram a ser nomeados com o próprio Christian Dior, seguindo um exemplo de sucesso do passado que havia sido esquecido antes da aquisição do grupo LVMH: o perfume Miss Dior, lançado em 1947.


Entretanto, o revigoramento total da marca veio quando John Galliano assumiu a direção de design. Sua primeira criação foi um vestido lançado na comemoração dos 50 anos da marca, no Museu Metropolitano de Nova York. A peça foi totalmente inspirada no aclamado "New Look" do fundador da marca. Em 1999, Galliano assumiu a direção de outros setores, inclusive o de publicidade da marca, revitalizando todo o site e mídias da Dior.


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