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Os impactos do COVID-19 no Turismo e Hotelaria



Os primeiros setores a sentirem os impactos da pandemia do coronavírus, sem dúvida, foram o de Turismo e Hotelaria. A sua recuperação causa divergências entre os especialistas da área, já que o coronavírus está caminhando de forma que abalará os setores de Turismo e Hotelaria mais do que desastres como o 11 de setembro e a Grande Recessão de 1929.


Com aproximadamente 100 anos de história, a rede de hotéis Hilton Midtown New York nunca fechou suas portas, com exceção de reformas. Pela primeira vez, desde o dia 20 de março, a unidade de New York está com as portas fechadas por tempo indeterminado.


Já em Orlando, local que tem parques e hotéis de luxo como os do Walt Disney World, houve queda de 37% na taxa de ocupação durante a segunda semana de março, de acordo com dados divulgados pela STR LLC (empresa de dados hoteleiros). Mesmo com esforços e redução de preços, a maioria atualmente se encontra fechada por tempo indeterminado, até mesmo para evitar a proliferação do vírus. Os hotéis de luxo, em modo geral, sentiram perda de aproximadamente 60% nas reservas de seus quartos.


Devido ao efeito bola de neve do coronavírus, que vem afetando absolutamente todos os setores econômicos, estima-se que 50 milhões de empregos estejam em risco na área de hotelaria (incluindo hotéis de luxo, hotéis independentes, e outras acomodações alternativas. Por enquanto, os hotéis estão oferecendo férias (remuneradas ou não) e home office (para cargos que não necessitam da presença física).


Independente da crise, no setor de hotelaria de luxo já existe a grande preocupação em satisfazer e fidelizar os clientes. Assim, uma saída encontrada para alguns hotéis foi modificar as políticas de cancelamento de reservas. A rede Hyatt cancelou todas as taxas de cancelamento para suas unidades da China, Coréia do Sul, Japão e Itália até 31 de março de 2020. Já o grupo Belmond, autorizou que as reservas feitas para até 30 de setembro de 2020, sejam canceladas ou alteradas até 7 dias antes da viagem.


Os hotéis que permanecem abertos estão focados em cuidar da saúde de todos, oferecendo treinamentos com as normas da OMS para seus colaboradores e aumentando a frequência de limpeza, além de disponibilizar álcool em gel e outros produtos de higiene.



Fontes: informações coletadas nos sites Forbes Travel Guide; Money Control; BizJournals; NY Post.


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